domingo, 1 de setembro de 2013

A Fuga das Palavras


Cá me encontro sentada entre borrões
Em uma busca incessante por palavras
Que antigamente fluíam como canções
E agora parecem ausentes, estagnadas

Onde elas se escondem quando preciso
Como encontrá-las para me expressar
Está difícil me acomodar com o silêncio
Minhas emoções intensas estão a pairar

Incontroláveis pensamentos me cercam
Rabiscos e mais rabiscos e nada a compor
Coração se aperta e lembranças se esvaziam
Cadê as palavras para anestesiar este amor






6 expressões:

  1. Oi, Tallita!

    Andei bem sumido daqui, apesar de todo beleza que há em teus poemas e em tuas palavras. É impossível não se identificar com alguma das histórias que escreves em forma de poema.

    Beijo, abençoada noite. :)

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  2. O amor entende a linguagem do silêncio...o vácuo entre palavras pode falar mais do que um discurso inflamado, e quando a inspiração falta, o coração fala.
    Lindo poema, Tallita! Um grande abraço, e feliz semana!

    Bíndi e Ghost

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  3. Existem coisas que conseguem levar até nossas palavras, né? Incrível!

    Um beijo
    www.kvcomvoce.com

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  4. Olá! Amei a sua poesia e espaço! Lindas poesias, abração

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  5. Mesmo quando as palavras fogem, ainda assim rendem belas poesias!!!
    Bjs :)

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  6. Até as palavras têm o seu tempo, mas mesmo sem elas tu consiste escrever um lindo poema. Beijos.

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Espero prender a atenção de vocês e fazer com que se identifiquem com cada palavra lida. Viaje comigo nessa imensidão de palavras.
Obrigado por comentar...Volte sempre!